Mais do que tecnologia, a China como motor de esperança

O veterinário Arthur Catunda de Freitas é um dos jovens brasileiros que escolheram estudar na China. Mas a experiência no país asiático ultrapassa a formação acadêmica e se conecta a uma constatação mais ampla: a de que processos profundos de transformação social e econômica podem, de fato, acontecer.
“Se a China, que estava muito pior do que o Brasil, conseguiu se transformar no que é hoje, nós também conseguimos.” Com essa avaliação, ele afirma ser grato por sua vivência ter mudado sua percepção de futuro e resgatado sua esperança de que uma sociedade menos desigual e mais equilibrada também possa se tornar uma realidade brasileira.
E são essas reflexões que ele compartilha em seu instagram, quase como crônicas digiais, descontruindo estereótipos e a ampliando o entendimento sobre a vida chinesa contemporânea, como conta detalha na entrevista a seguir.