Ciclo de Mangá

Essa é para quem gosta de mangás. A Japan House São Paulo promove, no dia 18 de julho, uma edição especial do Ciclo de Mangá, evento dedicado à leitura e discussão sobre quadrinhos japoneses. Dessa vez, o tema é “Golden Kamuy”, obra do autor Satoru Noda que conquistou leitores ao combinar aventura, acontecimentos históricos e referências à cultura do povo ainu – comunidade indígena originária do norte do Japão. Gratuita, a atividade convida o público a mergulhar em um dos universos mais singulares dos quadrinhos japoneses contemporâneos.
Ambientada nos anos posteriores à Guerra Russo-Japonesa, a narrativa acompanha a busca por um tesouro escondido enquanto apresenta aspectos da história, da língua e dos costumes ainu. Para além da aventura, a obra tem desempenhado um papel importante na divulgação da cultura desse povo, frequentemente marginalizado ao longo da história japonesa e ainda pouco conhecido pelo público brasileiro.
Ao trazer “Golden Kamuy” para o centro do debate, a iniciativa também amplia a compreensão sobre a diversidade cultural do Japão, contribuindo para superar visões simplistas e estereótipos que frequentemente reduzem o país a elementos da cultura pop ou aos grandes centros urbanos. Nesse sentido, o encontro oferece uma oportunidade para conhecer tradições, memórias e formas de vida que ajudam a compor a complexidade histórica e social do arquipélago japonês.
Mais do que discutir um mangá de sucesso, o evento propõe uma reflexão sobre como a literatura e as artes podem servir de ponte para aproximar diferentes culturas e tornar visíveis histórias que, por muito tempo, permaneceram à margem.
Ambientada nos anos posteriores à Guerra Russo-Japonesa, a narrativa acompanha a busca por um tesouro escondido enquanto apresenta aspectos da história, da língua e dos costumes ainu. Para além da aventura, a obra tem desempenhado um papel importante na divulgação da cultura desse povo, frequentemente marginalizado ao longo da história japonesa e ainda pouco conhecido pelo público brasileiro.
Ao trazer Golden Kamuy para o centro do debate, a iniciativa também amplia a compreensão sobre a diversidade cultural do Japão, contribuindo para superar visões simplistas e estereótipos que frequentemente reduzem o país a elementos da cultura pop ou aos grandes centros urbanos. Nesse sentido, o encontro oferece uma oportunidade para conhecer tradições, memórias e formas de vida que ajudam a compor a complexidade histórica e social do arquipélago japonês.
Mais do que discutir um mangá de sucesso, o evento propõe uma reflexão sobre como a literatura e as artes podem servir de ponte para aproximar diferentes culturas e tornar visíveis histórias que, por muito tempo, permaneceram à margem.
Cinema japonês no Sesc São Caetano

Dos cenários distópicos de Akira às paisagens melancólicas de Angel’s Egg, o Sesc São Caetano recebe, ao longo de julho, uma mostra gratuita dedicada a alguns dos títulos mais emblemáticos da animação japonesa. Com sessões aos sábados, às 16h, a programação reúne produções que atravessaram gerações e ajudaram a consolidar os animes como uma das mais influentes expressões do audiovisual contemporâneo.
A seleção tem início com Akira (1988), obra-prima de Katsuhiro Otomo que redefiniu a ficção científica no cinema de animação. Na semana seguinte, o público poderá assistir a Vidas ao Vento (2013), dirigido por Hayao Miyazaki, seguido por Nausicaä do Vale do Vento (1984), longa que antecipa temas que se tornariam centrais na trajetória do cineasta japonês. Encerrando a mostra, Angel’s Egg (1985), de Mamoru Oshii, leva às telas uma narrativa marcada pelo simbolismo e pela contemplação.
Ao reunir produções de diferentes períodos e estilos, a programação convida tanto admiradores da cultura japonesa quanto espectadores interessados em grandes narrativas cinematográficas a revisitar obras que continuam influenciando artistas, cineastas e a cultura pop ao redor do mundo. Todas as sessões são gratuitas e os convites serão distribuídos no próprio local, sujeitos à capacidade do espaço.
