Coreia do Norte entre estereótipos e a realidade

Mesmo quem não acompanha K-dramas provavelmente já ouviu falar de Pousando no Amor, série sul-coreana que ganhou projeção internacional ao contar o romance entre uma empresária da Coreia do Sul e um militar norte-coreano. Para além da ficção, porém, a Coreia do Norte – oficialmente República Popular Democrática da Coreia – continua sendo um dos […]
Cinema independente

A programação da 15ª Mostra de Cinema Coreano coloca em destaque, no domingo, 9 de agosto, às 20h, a participação das mulheres cineastas com o bate-papo “Coreia e Brasil: jovens mulheres diretoras e a produção independente”, que reúne a cineasta Paula Kim e a diretora sul-coreana Kim Se-in.
Culinária e viagem à Coreia do Sul

Estão abertas as inscrições para o Concurso de Cozinha Coreana 2026: Juansang, promovido pelo Centro Cultural Coreano no Brasil em parceria com a Universidade Anhembi Morumbi, a Universidade Presbiteriana Mackenzie e o Centro Universitário Estácio São Paulo.
Nesta edição, os participantes deverão criar um prato harmonizado com uma bebida alcoólica tradicional coreana, inspirado no conceito de Juansang – mesa associada à hospitalidade, à convivência e ao equilíbrio de sabores. A receita deverá utilizar pelo menos um dos jang, condimentos fermentados que integram a base da culinária do país, como ganjang, doenjang ou gochujang.
O voo do dragão

Da reunificação à ascensão econômica, o percurso recente do Vietnã é tema do curso “O Voo do Dragão – Política e Desenvolvimento no Vietnã Contemporâneo”, conduzido por Valter Peixoto Neto. As aulas online abordam as transformações políticas, econômicas e geopolíticas do Vietnã contemporâneo, propondo uma leitura sobre os fatores que contribuíram para ampliar a presença do país no comércio internacional e nas cadeias globais de valor.
Especialista em relações internacionais, com atuação concentrada em geopolítica, economia e desenvolvimento do sudeste asiático, Valter propõe uma leitura sobre os fatores que contribuíram para ampliar a presença do país no comércio internacional e nas cadeias globais de valor. As aulas, com mais de 10 horas de conteúdo, são gravadas e podem ser acessadas por diferentes dispositivos, acompanhadas de materiais de apoio exclusivos.
Ciclo de Mangá

Essa é para quem gosta de mangás. A Japan House São Paulo promove, no dia 18 de julho, uma edição especial do Ciclo de Mangá, evento dedicado à leitura e discussão sobre quadrinhos japoneses. Dessa vez, o tema é “Golden Kamuy”, obra do autor Satoru Noda que conquistou leitores ao combinar aventura, acontecimentos históricos e referências à cultura do povo ainu – comunidade indígena originária do norte do Japão. Gratuita, a atividade convida o público a mergulhar em um dos universos mais singulares dos quadrinhos japoneses contemporâneos.
Ambientada nos anos posteriores à Guerra Russo-Japonesa, a narrativa acompanha a busca por um tesouro escondido enquanto apresenta aspectos da história, da língua e dos costumes ainu. Para além da aventura, a obra tem desempenhado um papel importante na divulgação da cultura desse povo, frequentemente marginalizado ao longo da história japonesa e ainda pouco conhecido pelo público brasileiro.
Ao trazer “Golden Kamuy” para o centro do debate, a iniciativa também amplia a compreensão sobre a diversidade cultural do Japão, contribuindo para superar visões simplistas e estereótipos que frequentemente reduzem o país a elementos da cultura pop ou aos grandes centros urbanos. Nesse sentido, o encontro oferece uma oportunidade para conhecer tradições, memórias e formas de vida que ajudam a compor a complexidade histórica e social do arquipélago japonês.
Mais do que discutir um mangá de sucesso, o evento propõe uma reflexão sobre como a literatura e as artes podem servir de ponte para aproximar diferentes culturas e tornar visíveis histórias que, por muito tempo, permaneceram à margem.
Ambientada nos anos posteriores à Guerra Russo-Japonesa, a narrativa acompanha a busca por um tesouro escondido enquanto apresenta aspectos da história, da língua e dos costumes ainu. Para além da aventura, a obra tem desempenhado um papel importante na divulgação da cultura desse povo, frequentemente marginalizado ao longo da história japonesa e ainda pouco conhecido pelo público brasileiro.
Ao trazer Golden Kamuy para o centro do debate, a iniciativa também amplia a compreensão sobre a diversidade cultural do Japão, contribuindo para superar visões simplistas e estereótipos que frequentemente reduzem o país a elementos da cultura pop ou aos grandes centros urbanos. Nesse sentido, o encontro oferece uma oportunidade para conhecer tradições, memórias e formas de vida que ajudam a compor a complexidade histórica e social do arquipélago japonês.
Mais do que discutir um mangá de sucesso, o evento propõe uma reflexão sobre como a literatura e as artes podem servir de ponte para aproximar diferentes culturas e tornar visíveis histórias que, por muito tempo, permaneceram à margem.
Aventuras Futebolísticas em Bangladesh

A Copa do Mundo da FIFA está chegando ao fim, mas a programação deste fim de semana promete manter acesa a paixão dos aficionados por futebol. O Museu da Imigração, em São Paulo, recebe a exibição do documentário “Dhaka Vibra – Aventuras Futebolísticas em Bangladesh”, acompanhada de uma roda de conversa com o diretor do filme e convidados.
O filme acompanha a jornada do cineasta Rafael Bergamaschi por Bangladesh em busca de registrar o pulsante entusiasmo pelo futebol no país. A obra apresenta ao espectador um fenômeno cultural pouco conhecido: um povo encantado pelas seleções brasileira e argentina, que vive intensamente uma rivalidade situada a mais de 15 mil quilômetros de distância.
Após a sessão, o público poderá participar de uma roda de conversa com o diretor Rafael Bergamaschi e convidados, ampliando o debate sobre as conexões culturais reveladas pelo documentário e sobre a forma como o futebol é capaz de unir povos distantes.
O filme acompanha a jornada do cineasta Rafael Bergamaschi por Bangladesh em busca de registrar o pulsante entusiasmo pelo futebol no país. A obra apresenta ao espectador um fenômeno cultural pouco conhecido: um povo encantado pelas seleções brasileira e argentina, que vive intensamente uma rivalidade situada a mais de 15 mil quilômetros de distância.
Após a sessão, o público poderá participar de uma roda de conversa com o diretor Rafael Bergamaschi e convidados, ampliando o debate sobre as conexões culturais reveladas pelo documentário e sobre a forma como o futebol é capaz de unir povos distantes.
Entre Cerejeiras e Estrelas

O inverno paulistano voltará a ganhar tons de rosa com a chegada da 46ª Festa das Cerejeiras e da 6ª edição do Festival das Estrelas Tanabata ao Parque do Carmo, na zona leste da capital. Ao longo de dois fins de semana, a programação reúne apresentações culturais, gastronomia e atividades inspiradas nas tradições japonesas em meio ao bosque de cerejeiras do parque.
Além da florada, um dos momentos mais aguardados do ano, o evento contará com apresentações de grupos de dança folclórica, músicos, bailarinos e performances de taiko, os tradicionais tambores japoneses. As atividades estarão distribuídas entre a arena principal, a praça de alimentação, o Bosque das Cerejeiras e o Planetário do Carmo, ampliando a experiência do público com diferentes manifestações da cultura japonesa.
A programação também incorpora o Tanabata, conhecido como Festival das Estrelas, celebração tradicional japonesa marcada pelos pedidos escritos em tiras de papel e pendurados em ramos de bambu. Realizado anualmente no Japão, o festival tem origem em antigas tradições asiáticas e simboliza o encontro entre as estrelas Orihime e Hikoboshi.
Com entrada gratuita, a festa é organizada pela Federação Sakura e Ipê do Brasil. O bosque abriga milhares de cerejeiras e recebe visitantes de diferentes regiões da cidade para celebrar o hanami, costume japonês de contemplar a floração das árvores.
Cinema japonês no Sesc São Caetano

Dos cenários distópicos de Akira às paisagens melancólicas de Angel’s Egg, o Sesc São Caetano recebe, ao longo de julho, uma mostra gratuita dedicada a alguns dos títulos mais emblemáticos da animação japonesa. Com sessões aos sábados, às 16h, a programação reúne produções que atravessaram gerações e ajudaram a consolidar os animes como uma das mais influentes expressões do audiovisual contemporâneo.
A seleção tem início com Akira (1988), obra-prima de Katsuhiro Otomo que redefiniu a ficção científica no cinema de animação. Na semana seguinte, o público poderá assistir a Vidas ao Vento (2013), dirigido por Hayao Miyazaki, seguido por Nausicaä do Vale do Vento (1984), longa que antecipa temas que se tornariam centrais na trajetória do cineasta japonês. Encerrando a mostra, Angel’s Egg (1985), de Mamoru Oshii, leva às telas uma narrativa marcada pelo simbolismo e pela contemplação.
Ao reunir produções de diferentes períodos e estilos, a programação convida tanto admiradores da cultura japonesa quanto espectadores interessados em grandes narrativas cinematográficas a revisitar obras que continuam influenciando artistas, cineastas e a cultura pop ao redor do mundo. Todas as sessões são gratuitas e os convites serão distribuídos no próprio local, sujeitos à capacidade do espaço.