Vagas abertas

Quais as oportunidades de trabalho em uma empresa chinesa? O que é preciso saber sobre sua cultura organizacional? Há, de fato, uma barreira linguística? Essas são dúvidas que podem ser esclarecidas na 7ª Feira de Recrutamento de Empresas Chinesas (31/5), organizada pelo IEST Group com a Associação Brasileira de Empresas Chinesas (ABEC) e o Instituto Confúcio na Unesp. O evento ocorre na Faculdade ESEG – Grupo Etapa, em São Paulo (https://fremc. iestgroup.com/). Nesta entrevista, o chief operating officer (COO) do IEST Group, Lucas Peng, já antecipa aqui algumas respostas, até porque a sua história serve de exemplo.
Desvendando os ideogramas chineses

Nem o sotaque carioca que encobre um português perfeito esconde a nacionalidade da professora de mandarim Chen Xiaofen. E nem ela tem essa intenção. Promotora da cultura chinesa, ela ganhou muita visibilidade com seu curso online chinesmaster.com.br. Na entrevista a seguir, ela conta que a maior dificuldade em ensinar chinês é romper a descrença que muitos alunos impõem a si mesmos para aprender. E para os que têm medo dos “tracinhos”, ela mostra toda beleza dos ideogramas por meio da sua simbologia, história, poesia, humor, trocadilhos e tudo mais que cabe à riqueza de uma língua.
A K-Arte como bigorna cultural global

O que um país do outro lado do planeta do tamanho de Pernambuco pode ensinar ao mundo sobre arte? Pois foi isso que a jornalista, historiadora e especialista em arte contemporânea Julia Flamingo foi saber na Coreia do Sul. Nômade digital, ela é fundadora da Bigorna (@bigorna_art), uma plataforma cultural que fomenta o pensamento crítico por meio de conteúdo e cursos tendo a arte como base. Inspirada na ferramenta que molda metais, ela acredita que a arte tem o poder de uma bigorna para remodelar pensamentos rígidos, muitas vezes enviesados e preconceituosos. E a partir daí foi ver in loco como e por que a K-Arte está moldando a cultura global.
O mundo sociopolítico pelas lentes do cinema chinês

Ela foi curadora da primeira mostra de cinema chinês na cidade de São Paulo, em 2009, em uma iniciativa do Instituto Confúcio na Universidade Estadual Paulista (Unesp). De lá para cá, Cecília Mello se dedica à difusão do cinema da China para além da sala de aula na Universidade de São Paulo (USP), onde leciona. É autora de diversas publicações, como o livro ‘The cinema do Jia Zhangke’, publicado pela Bloomsbury no Reino Unido. Agora, como curadora do Cineclube do Instituto Confúcio da Unesp, ela fala sobre a importância do cinema chinês para se entender o mundo sociopolítico contemporâneo.
Na trilha literária do Oriente

Há quase 20 anos, a historiadora e jornalista Paula Carvalho colocou uma mochila nas costas e fez sua primeira viagem ao continente asiático. No roteiro, China, Paquistão, Índia, Nepal, Irã e Turquia. Uma “trilha” que ela afirma ter mudado por completo sua forma de ver o mundo. A partir de então, passou a dedicar seus estudos acadêmicos a esse outro lado do planeta, para onde volta sempre que pode. E é ela que nos ajuda, nessa série de três entrevistas (a primeira publicada na edição de 21 de abril de 2025), a entender um pouco mais sobre o comportamento oriental por meio de referências poéticas, literárias e cinematográficas, que por sua vez são a base dos valores de seus povos.
Muito além do tarifaço

O mundo parece em suspensão. Aguarda desdobramentos de uma guerra tarifária imposta pelos Estados Unidos globalmente, mas fortemente direcionada à China. O cenário tem exigido muitas análises da imprensa, de comentaristas políticos e econômicos por meio de dados estatísticos, regulamentos de organizações internacionais, conceitos de cadeias produtivas e afins. Mas o que será que a cultura, os valores de uma sociedade que são seus pilares, traduzidos por meio da literatura, poesia, cinema, música e as artes em geral, falam sobre as atitudes das nações? Nessa série que começa nesta edição, a ideia é contribuir para mais entendimento do comportamento oriental, no caso chinês, por meio do seu pensamento poético e literário. E para isso contamos com a ajuda da pesquisadora de poesia chinesa e brasileira Heng Yi, especialista em Estudos Comparados pela Universidade de Lisboa.
A força da arte como propaganda cultural

Se tem uma coisa que a Coreia do Sul sabe fazer muito bem é propaganda cultural. O K-pop e os K-dramas estão aí para comprovar. Mas e quando um grupo musical vira embaixador da cultura brasileira para os próprios brasileiros? Pois é o que acontece toda vez que a Rapercussion vem ao país. Isso porque são tão apaixonados pela música daqui que contagiam o público, a mídia e os artistas dos quais eles mesmos são fãs. Nessa entrevista, o líder da banda, Yui Yeop, fala sobre o impacto dessa turnê que incluiu São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro. Um encanto dividido com parte dos demais músicos que vieram nessa visita: Linda Floresta, vocal; Min Kyu Jun, baixo; CK, guitarra; Recto Luz, bateria; e os percussionistas Jan Dee e Dorang.
Comunicação de ponta a ponta

E nesse caso, o título é literal. Estamos falando dos serviços de comunicação que Bob Wei faz há cerca de duas décadas entre empresas de dois lados do mundo, China e Brasil. Fundador e diretor-presidente da agência Chinarte, Wei chegou a São Paulo ainda na infância e desde a adolescência passou a divulgar a cultura chinesa entre brasileiros. Pioneiro na implementação de uma agência especializada nesse segmento, ele conta a seguir sobre sua trajetória e o que realmente importa para atender os chineses com eficácia.