Relações interculturais com qualidade e profundidade

Relações interculturais
com qualidade e profundidade

Cinema independente

A programação da 15ª Mostra de Cinema Coreano coloca em destaque, no domingo, 9 de agosto, às 20h, a participação das mulheres cineastas com o bate-papo “Coreia e Brasil: jovens mulheres diretoras e a produção independente”, que reúne a cineasta Paula Kim e a diretora sul-coreana Kim Se-in. A conversa reúne perspectivas brasileiras e sul-coreanas […]

Culinária e viagem à Coreia do Sul

Estão abertas as inscrições para o Concurso de Cozinha Coreana 2026: Juansang, promovido pelo Centro Cultural Coreano no Brasil em parceria com a Universidade Anhembi Morumbi, a Universidade Presbiteriana Mackenzie e o Centro Universitário Estácio São Paulo. Nesta edição, os participantes deverão criar um prato harmonizado com uma bebida alcoólica tradicional coreana, inspirado no conceito […]

O voo do dragão

Da reunificação à ascensão econômica, o percurso recente do Vietnã é tema do curso “O Voo do Dragão – Política e Desenvolvimento no Vietnã Contemporâneo”, conduzido por Valter Peixoto Neto. As aulas online abordam as transformações políticas, econômicas e geopolíticas do Vietnã contemporâneo, propondo uma leitura sobre os fatores que contribuíram para ampliar a presença do país no comércio internacional e nas cadeias globais de valor.

Especialista em relações internacionais, com atuação concentrada em geopolítica, economia e desenvolvimento do sudeste asiático, Valter propõe uma leitura sobre os fatores que contribuíram para ampliar a presença do país no comércio internacional e nas cadeias globais de valor. As aulas, com mais de 10 horas de conteúdo, são gravadas e podem ser acessadas por diferentes dispositivos, acompanhadas de materiais de apoio exclusivos.

Futuro Compartilhado

O Congresso Nacional recebe, a partir desta segunda-feira, 3 de agosto, a exposição fotográfica “Construindo um Futuro Compartilhado China–Brasil”, que transforma quase cinco décadas de relações bilaterais em uma narrativa visual sobre aproximação, intercâmbio e conhecimento mútuo.

Instalada no Salão da Taquigrafia da Câmara dos Deputados, em Brasília, a mostra reúne mais de 30 fotografias produzidas pela Agência de Notícias Xinhua entre 1978 e 2026. Os registros percorrem momentos políticos, científicos, econômicos, esportivos e culturais que ajudaram a construir a relação contemporânea entre brasileiros e chineses.

Carreira em empresas chinesas

O crescimento da presença empresarial chinesa no Brasil também vem transformando o mercado de trabalho. No próximo dia 8 de agosto, São Paulo receberá a 8ª Feira de Recrutamento de Empresas Chinesas no Brasil, iniciativa que reunirá dezenas de companhias de diferentes setores em busca de profissionais para atuar em operações instaladas no país. A programação contempla mais de 440 vagas distribuídas entre áreas como tecnologia, logística, energia, comércio eletrônico, mineração, educação e consultoria empresarial.

Além do processo seletivo, o evento foi concebido como um espaço de aproximação entre candidatos e empresas que vêm expandindo seus investimentos no mercado brasileiro. Os participantes poderão apresentar seus currículos diretamente às equipes de recrutamento, conhecer diferentes perfis de atuação profissional e participar de palestras sobre tendências de mercado conduzidas por representantes de companhias chinesas já consolidadas no Brasil, como Shein, CMOC e TP-Link.

Conectores do cotidiano

Do celular, hoje tão indispensável quanto a própria carteira com dinheiro e documentos, aos carros elétricos, que dependem de chips cada vez mais eficientes para ampliar sua autonomia, os semicondutores já ocupam o centro da vida cotidiana, da economia global e das novas fronteiras da inovação. Mas, para Samir Vani, diretor de desenvolvimento de negócios da MediaTek para a América Latina, liderar esse mercado exige algo além de conhecimento técnico: requer leitura cultural, paciência e capacidade de construir confiança entre formas diferentes de pensar, trabalhar e decidir (veja a entrevista completa no vídeo a seguir).

À frente da atuação regional de uma das principais empresas globais de semicondutores, Vani transita entre smartphones, televisores, redes Wi-Fi, tecnologia automotiva, inteligência artificial e soluções de conectividade. Nessa agenda, a inovação não aparece como abstração futurista, mas como resposta a necessidades concretas: conectar pessoas, ampliar a eficiência, reduzir o consumo de energia, democratizar o acesso à tecnologia e preparar consumidores, empresas e governos para uma sociedade cada vez mais digital.

A força das florestas

A relação entre arquitetura, natureza e tradição ocupa o centro da exposição “KIGUMI – Imbuídos das forças das florestas do Japão”, em cartaz na Japan House São Paulo.

Como empresas multinacionais podem preencher as lacunas em uma economia global fragmentada

Em um mundo cada vez mais fragmentado, as empresas multinacionais podem atuar como uma força econômica estabilizadora entre diferentes mercados.

Ao expandirem sua presença global, as multinacionais podem compartilhar inovações tecnológicas e desenvolver capacidade industrial local, integrando mercados emergentes à economia global.

Escalar ideias promissoras para gerar impacto em toda a economia global é um dos principais focos da Reunião Anual dos Novos Campeões do Fórum Econômico Mundial, também conhecida como “Davos de Verão”, realizada na China entre 23 e 25 de junho de 2026.

O mundo atravessa um período de profunda transição econômica. Nos últimos anos, mudanças geopolíticas e econômicas colocaram à prova cadeias de suprimentos que, até pouco tempo atrás, pareciam consolidadas.

Para as empresas que atuam em diversos mercados, isso significa operar em um ambiente muito mais complexo e imprevisível. Também contribuiu para que o Fundo Monetário Internacional projetasse um crescimento econômico global de apenas 3,1% em 2026, abaixo da média histórica de 3,7%. A Organização Mundial do Comércio projeta que o crescimento do comércio de bens cairá para 1,9% em 2026, o menor nível em uma década.

Ciclo de Mangá

Essa é para quem gosta de mangás. A Japan House São Paulo promove, no dia 18 de julho, uma edição especial do Ciclo de Mangá, evento dedicado à leitura e discussão sobre quadrinhos japoneses. Dessa vez, o tema é “Golden Kamuy”, obra do autor Satoru Noda que conquistou leitores ao combinar aventura, acontecimentos históricos e referências à cultura do povo ainu – comunidade indígena originária do norte do Japão. Gratuita, a atividade convida o público a mergulhar em um dos universos mais singulares dos quadrinhos japoneses contemporâneos.

Ambientada nos anos posteriores à Guerra Russo-Japonesa, a narrativa acompanha a busca por um tesouro escondido enquanto apresenta aspectos da história, da língua e dos costumes ainu. Para além da aventura, a obra tem desempenhado um papel importante na divulgação da cultura desse povo, frequentemente marginalizado ao longo da história japonesa e ainda pouco conhecido pelo público brasileiro.

Ao trazer “Golden Kamuy” para o centro do debate, a iniciativa também amplia a compreensão sobre a diversidade cultural do Japão, contribuindo para superar visões simplistas e estereótipos que frequentemente reduzem o país a elementos da cultura pop ou aos grandes centros urbanos. Nesse sentido, o encontro oferece uma oportunidade para conhecer tradições, memórias e formas de vida que ajudam a compor a complexidade histórica e social do arquipélago japonês.

Mais do que discutir um mangá de sucesso, o evento propõe uma reflexão sobre como a literatura e as artes podem servir de ponte para aproximar diferentes culturas e tornar visíveis histórias que, por muito tempo, permaneceram à margem.
Ambientada nos anos posteriores à Guerra Russo-Japonesa, a narrativa acompanha a busca por um tesouro escondido enquanto apresenta aspectos da história, da língua e dos costumes ainu. Para além da aventura, a obra tem desempenhado um papel importante na divulgação da cultura desse povo, frequentemente marginalizado ao longo da história japonesa e ainda pouco conhecido pelo público brasileiro.

Ao trazer Golden Kamuy para o centro do debate, a iniciativa também amplia a compreensão sobre a diversidade cultural do Japão, contribuindo para superar visões simplistas e estereótipos que frequentemente reduzem o país a elementos da cultura pop ou aos grandes centros urbanos. Nesse sentido, o encontro oferece uma oportunidade para conhecer tradições, memórias e formas de vida que ajudam a compor a complexidade histórica e social do arquipélago japonês.

Mais do que discutir um mangá de sucesso, o evento propõe uma reflexão sobre como a literatura e as artes podem servir de ponte para aproximar diferentes culturas e tornar visíveis histórias que, por muito tempo, permaneceram à margem.

Aventuras Futebolísticas em Bangladesh

A Copa do Mundo da FIFA está chegando ao fim, mas a programação deste fim de semana promete manter acesa a paixão dos aficionados por futebol. O Museu da Imigração, em São Paulo, recebe a exibição do documentário “Dhaka Vibra – Aventuras Futebolísticas em Bangladesh”, acompanhada de uma roda de conversa com o diretor do filme e convidados. 

O filme acompanha a jornada do cineasta Rafael Bergamaschi por Bangladesh em busca de registrar o pulsante entusiasmo pelo futebol no país. A obra apresenta ao espectador um fenômeno cultural pouco conhecido: um povo encantado pelas seleções brasileira e argentina, que vive intensamente uma rivalidade situada a mais de 15 mil quilômetros de distância.

Após a sessão, o público poderá participar de uma roda de conversa com o diretor Rafael Bergamaschi e convidados, ampliando o debate sobre as conexões culturais reveladas pelo documentário e sobre a forma como o futebol é capaz de unir povos distantes.
O filme acompanha a jornada do cineasta Rafael Bergamaschi por Bangladesh em busca de registrar o pulsante entusiasmo pelo futebol no país. A obra apresenta ao espectador um fenômeno cultural pouco conhecido: um povo encantado pelas seleções brasileira e argentina, que vive intensamente uma rivalidade situada a mais de 15 mil quilômetros de distância.

Após a sessão, o público poderá participar de uma roda de conversa com o diretor Rafael Bergamaschi e convidados, ampliando o debate sobre as conexões culturais reveladas pelo documentário e sobre a forma como o futebol é capaz de unir povos distantes.

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